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quinta-feira, 14 de março de 2019

Um misterioso jogo grátis foi lançado para Xbox One e Windows 10


Um misterioso novo jogo chamado One Leaves foi lançado no Windows 10 e Xbox One esta semana, que é totalmente gratuito e suporta o Xbox Play Anywhere. Ele também parece ser um console exclusivo do Xbox One.
One Leaves é um game de horror/mistério em primeira pessoa que encarrega o jogador de escapar de um pesadelo em uma escola. A diferença é que todo o jogo parece fazer parte da campanha promocional da Real Cost  do Centro de Produtos de Tabaco da FDA.
One Leaves é gratuito para baixar e jogar, mas apenas para aqueles nos Estados Unidos agora. Dada a conexão da FDA, esse bloqueio na região não é uma grande surpresa. Para realizar o download, mesmo estando no Brasil, você pode mudar a região do seu Xbox One ou PC, ou ainda simplesmente acessar neste link e baixar por ele.
Você já jogou One Leaves no seu console Xbox One ou no Windows 10? Deixe-nos saber o que você pensa sobre isso nos comentários abaixo e siga-nos para mais conteúdo de jogos Xbox.

domingo, 5 de novembro de 2017

O matador que todos amamos. Filmagens de "John Wick 3" começará na primavera do ano que vem!!!


Sabem os filmes de John Wick, interpretados pelo eterno Neo Keanu Reeves?? Viraram febre de sucesso!!

E diga-se de passagem, merecidos.

Enquanto aguardamos ansiosamente o terceiro filme - ou capítulo - para continuarmos a ver as peripécias do nosso anti-herói, parece que vais esperar muito...

As previsões de filmagens do devem ocorrer na primavera americana do ano que vem, após o diretor do filme, David Leitch, que dirigiu o filme anterior, terminar os trabalhos com "Deadpool 2", que estreará em junho que vem. E a Lionsgate projeta lançamento do terceiro filme do John Wick para 17 de maio de 2019.

A espera vai ser longa...

sábado, 25 de junho de 2016

XBOX ONE S: PROJECT SCORPIO


A Microsoft não anunciou apenas um novo console na sua conferência da E3, ela anunciou dois. O primeiro hardware é o Xbox One S, versão compacta que sai em agosto custando a partir de US$ 299. O segundo, chamado Project Scorpio, está previsto para o fim de 2017 e marca uma mudança na estratégia histórica de atualizações de consoles.
Vamos começar pelo Xbox One S. É o mesmo Xbox One de hoje, só que em um corpo 40% menor e com capacidade de rodar vídeos em 4K, além de um HDD de até 2 TB. Ele também não vem com entrada para o Kinect – se você quiser usar um, precisará de um adaptador para isso.
O controle dele foi levemente modificado, com uma traseira texturizada para dar uma pegada melhor e também mais capacidade de comunicação com o console – em outras palavras, ele deve conversar com o Xbox One mesmo que esteja há grandes distâncias.
Lá fora, o console vai ser lançado em agosto com preços diferentes dependendo do armazenamento interno. O modelo de 500 GB sai por US$ 299, o de 1 TB custará US$ 350, e o de 2 TB sairá por US$ 400.

Scorpio: para 4K e realidade virtual

Porém, o Xbox One S não é o único novo integrante da família Xbox One. Enquanto esse serve mais como revisão de hardware – novos componentes para baratear o custo de produção do aparelho, por exemplo – o novo projeto chamado Scorpio promete ir além disso, oferecendo mais potência.
Segundo a Microsoft, o Scorpio terá desempenho de seis teraflops e suporte a jogos em 4K e realidade virtual em alta fidelidade. Ele também será compatível com todos os jogos lançados para o Xbox One atual – e a Microsoft também promete que os jogos do Scorpio também rodarão nos modelos atuais.
Esse novo console representa uma mudança bem grande na estratégia de atualização do Xbox, e a Microsoft não deve ser a única a seguir esse caminho. Até hoje, consoles mantinham o mesmo hardware durante toda a sua vida útil. O Xbox, lançado em 2001, foi o mesmo até a chegada do seu sucessor, o 360, em 2005. O Xbox 360, embora também tenha recebido versões compactas com o passar dos anos, se manteve igual em potência até o lançamento do One em 2013.
É verdade que, em alguns casos, empresas lançavam algum tipo de expansão para consoles que já estavam no mercado. Como a Nintendo fez com o Expansion Pack do Nintendo 64, que adicionava mais RAM ao console e era obrigatório para alguns jogos – mas não era uma nova máquina em si, apenas um acessório que dava mais poder a ele.
Agora as coisas mudaram. Além do Scorpio da Microsoft, a Sony também vai adotar a mesma estratégia com o chamado PS4 Neo, com capacidades 4K e que deve ser formalmente apresentado no segundo semestre.
O Scorpio só sairá no fim do ano que vem, e nenhuma imagem foi mostrada para termos uma ideia de como será o design dele. Parece que teremos que esperar até a próxima E3 para isso. Tudo bem, porque o Xbox One vai ter muito jogo bom sendo lançado até lá

segunda-feira, 7 de março de 2016

Deadpool — Análise (com spoilers)

Deadpool — Análise (com spoilers)
Todo mundo dizia que era um filme impossível de ser feito. Que a Fox tinha jogado o personagem na latrina após a bombaWolverine: Origens. Que era a maldição de seu criador, o pior artista das HQs de todos os tempos.
Precisou um Ryan Reynolds realmente apaixonado pelo anti-herói mais maluco da Marvel para convencer a Fox de que Deadpool merecia uma nova chance. Ela foi dada. Resultado? O filme do mercenário tagarela é o melhor filme de heróis que o estúdio já produziu, e não deve em nada aos primos da Marvel Studios. Eu chego a dizer que é tão (se não mais) divertido que Os Guardiões da Galáxia.
Um aviso: haverão SPOILERS, portanto prossiga por conta e risco.
A Origem
Rob Liefeld é um arremedo de artista. O auto-proclamado desenhista e roteirista que se acha a última bolacha do pacote é culpado por boa parte das porcarias que rechearam os quadrinhos nos anos 1990, principalmente por sua completa falta de imaginação e inabilidade absoluta de compreender a anatomia humana (procurem por “Captain America Liefeld” ou “Cable Liefeld” no Google Imagens e tenham pesadelos). Mesmo Deadpool, sua mais notória criação (em conjunto com Fabian Nicieza) não é o que conhecemos hoje por culpa dele. Desenvolvido como uma cópia descarada do Exterminador da DC Comics (nem no nome ele é original, Wade Wilson contra Slade Wilson), ele era basicamente mais um vilão meia-boca e inimigo do Wolverine.
Quando Liefeld pulou fora da Marvel para se juntar à Image, Deadpool ganhou uma ou outra minissérie mas em geral a editora o odiava. Só em 1997 que ele deixou de ser um personagem sério, se tornando uma sátira da própria indústria de quadrinhos ao ser o único super-herói consciente de que vive dentro de um mundo de HQs. Isso já rendeu passagens hilárias:
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Esse é um de seus poderes mais interessantes, ninguém lembra de seu fator de cura exceto quando ele está juntando seus pedaços espalhados. Seu outro poder é que Deadpool é doido de pedra. E absurdamente completamente irremediavelmente nerd freak de cultura pop. Do tipo que fez isso com a Kitty Pryde:
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Ou isso, para alegria de todos os fãs da trilogia clássica:
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Deadpool é o tipo de personagem que nos lembra que levar personagens fictícios a sério não faz o menor sentido. Travamos discussões acaloradas sobre a ciência envolvida em um filme onde um cara dispara raios pelos olhos. O grande problema é que por causa de autores como Alan Moore, Frank Miller e posteriormente Brian Singer a mídia passou a tratar os heróis com mais seriedade, justificando que eles precisavam ser mais reais, mais inseridos no nosso mundo. Não tem lógica, mas por anos foi assim.
O primeiro filme dos X-Men, embora seja tosco se visto hoje em dia causou um impacto tão grande que nos quadrinhos os mutantes trocaram as roupas coloridas e por um tempo passaram a se vestir de couro preto. Precisou Joss Whedon anos depois fazer o Ciclope dizer que “o preto está deixando todo mundo louco” para justificar a volta dos colantes.
Nos cinemas, por outro lado os filmes com heróis são mais sérios. A Marvel Studios possui algumas exceções (o primeiro Homem de Ferro, o primeiro Capitão América, Vingadores, os Guardiões e o Homem-Formiga), mas a Fox só fez filme carregado de drama. Haveria lugar para um personagem que é tudo, menos sério estrelar um filme?
Sim, só precisavam de alguém louco o bastante para carregar o projeto no colo. Foi aí que Ryan Reynolds entrou.
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“I know, right?”
Hora de consertar as coisas
O ator pode ser terrível (ou como Wade diz no filme, ele não possui grandes qualidades interpretativas) mas foi um dos primeiros a descer a lenha na Fox por causa do Deadpool que ele foi obrigado a dar vida no filme do Wolverine; o problema é que ele mesmo lançou depois a porcaria do Lanterna Verde e virou uma piada pronta, uma bomba ambulante no cenário de filmes de super-heróis.
Dá para engolir outro filme com ele como protagonista? Até dá, principalmente se lembrarmos que antes do Capitão América o Cris Evans foi o Tocha Humana. Todo mundo merece segundas chances e para nossa alegria Reynolds é fã do mercenário bocudo.
Ele então tomou a frente, comprou briga com Deus e o mundo dentro da Fox, fez uma campanha massiva para que o Deadpool ganhasse um filme. Ele só ganhou sinal verde quando o teste foi ao ar, onde muitos acreditam que o próprio produziu e pagou do bolso.

Segundo passo: Reynolds queria a Marvel diretamente envolvida na produção, nada de uma piração solo da Fox. Para isso conseguiram Tim Miller, que trabalhou como diretor de segunda unidade de Thor: O Mundo Sombrio e desenvolveu efeitos visuais para Scott Pilgrim Contra o Mundo, além de ter trabalhado em games como Star Wars: The Old Republic eMass Effect 2. Deadpool é sua estreia no comando de uma película mas seu currículo já deixava claro, ele não é um amador.
Resultado: com todo mundo se empenhando em apresentar um produto decente e à altura do personagem Deadpool é um filme deliciosamente divertido e violento até dizer chega, como há muito não se via. E fiel às origens mas sem se deixar amarrar pelas HQs. Ele sequer depende dos filmes dos X-Men e é excelente por isso, mais gente poderá curtir.
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O mais legal: o filme é MESMO uma história de amor (violenta e hilária, mas é)
A Resenha
Mas então, falemos do filme. Wade Wilson é um ex-membro das forças especiais que atua como um mercenário sem nada melhor pra fazer da vida, até o momento em que ele conhece a garota de programa Vanessa (Morena Baccarin, a melhor reptiliana naquela bomba do remake de V), e é amor à primeira vista. O casal vive uma paixão frenética (com várias cenas de sexo para lá de quentes, incluindo inversão de papéis e cintaralho), até o momento em que Wade descobre estar morrendo com um câncer terminal.
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É aí que ele cede a uma “oferta” para servir de cobaia em um experimento secreto que promete curá-lo, e dar em troca poderes inimagináveis. Claro que tudo dá errado, o procedimento que visava criar armas obedientes o deixa ainda mais louco e com uma cara de abacate estragado, apesar do fator de cura.
Mas isso você acompanha através de flashbacks, o filme mesmo começa com Deadpool perseguindo Francis/Ajax (Ed Skrein), o responsável por roubar sua cara para obrigá-lo a reverter o processo e torná-lo mais apresentável para ele poder voltar para sua namorada. E claro, matando todo mundo que se coloca no seu caminho da forma mais violenta possível.
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Ajax é basicamente o mesmo que nas HQs, um mercenário e cientista que passou por um processo similar ao Wade, mas foi premiado com força e reflexos ampliados e imunidade à dor. Seu braço direito é a Pó de Anjo (Gina Carano), uma mutante com força sobrehumana o suficiente para peitar o Colossus, um russo de mais de dois metros de altura feito de aço orgânico, capaz de demolir um prédio com um soco.
Bem, peitar é força de expressão…

É preciso fazer uma ponte com os X-Men (já que o filme do Apocalipse estreia em 2016), mas o orçamento que o Deadpool conseguiu para seu filme não foi grande o bastante para chamar todo o elenco (é sério, essa é a desculpa que Wade dá no filme); logo teremos que nos contentar com um personagem em CGI e uma novata da escola do prof. Xavier. É o que deu para pagar…
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Colossus (voz de Stefan Kapičić, de 24 Horas e Numb3rs e MoCap de Andre Tricoteux; Daniel Cudmore, que viveu o personagem nos filmes dos X-Men fez doce e recusou o papel) é basicamente um bundão. Ele tenta em vão colocar juízo na cabeça do Deadpool o filme inteiro e se recusa a afundar a Pó de Anjo no chão por questões de bom-mocismo extremo (com direito a salvar a Carano de pagar peitinho no filme), e ainda encontra tempo para fazer discursinho de heroísmo e posar como o bom professor, que come cereais com leite e não fala palavrão.
Ou seja, é um banana de metal. E é recompensado com um merecido soco bem dado nos países baixos.
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Já a X-Woman em treinamento Negasonic Teenage Warhead (nome tirado de uma música da banda Monster Magnet), interpretada pela estreante Brianna Hildebrand é totalmente diferente da versão das HQs: antes uma telepata, aqui ela gera explosões nucleares em pequena escala, num caso claro de ligar o nome ao poder (é dedo da Fox, só pode).
No mais ela é uma boa mutante novata, uma adolescente normal que twitta quando vai dar porrada em vilões (só faltou selfie no Instagram) e que gosta das pirações do Deadpool; ela rende uma óbvia piada dada sua aparência (se você possui 35 anos ou mais já associou o nome à pessoa desde sua primeira aparição em trailers; Wade só não deixa passar batido) e poucas, mas boas cenas de ação. E Negasonic nem de longe é boazinha como o Colossus, o que dá a entender que seus conselhos estão entrando por um ouvido e saindo pelo outro.
No mais são quase duas horas de piadas, quebra da quarta parede o tempo todo, referências a quadrinhos, filmes, músicas, etc etc etc. Quem leu as histórias vai se divertir, mas não é necessário ter conhecimento de qualquer coisa do universo da Marvel para curtir o filme. Tem piada com o elenco, o plot, com Lanterna Verde, com a versão tosca do personagem no filme do Wolverine, com o próprio carcajú mais de uma vez… É uma aventura sanguinolenta e hilária em busca de redenção, amor e vingança, não necessariamente nessa mesma ordem.
Tem Stan Lee? Cena pós créditos? Rob Liefeld!?
Primeiro: sim. Stan Lee havia dito que essa era uma das mais divertidas aparições que ele já fez em um filme da Marvel, e ele não estava brincando.
Segundo: sim, e por tudo que há de mais sagrado NÃO SAIA DA SALA até o último segundo. Você não vai se arrepender.
Terceiro: siiiiiim, e para alegria de todos tendo o que merece.
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Conclusão:
Deadpool é um filme para todos os públicos, desde que a partir de 18 anos (aqui no Brasil ele ganhou a inexplicável classificação de 16 anos, e eu particularmente não acho que esse seja um filme adequado para quem ainda não saiu das fraldas, independente do que os floquinhos digam). Os mais jovens vão curtir, os velhacos vão se esbaldar com piadas e referências de coisas dos anos 70 e 80, algumas até bem obscuras (Ryan Reynolds disse que o filme possui cerca de 100 ovos de Páscoa, portanto divirta-se caçando todos) e todo mundo sairá satisfeito, com um sorriso de ponta a ponta e torcendo pela continuação, e pelo que fizeram no primeiro e a futura resposta do público é inevitável que ele virá, só se a Fox não quiser ganhar dinheiro.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

BULLETSTORM: UM FPS COM UMA PITADA DE MATRIX



A desenvolvedora People Can Fly e a Epic Studios se uniram para trazer ao mundo um grande projeto: Bulletstorm. Trata-se de um jogo de tiro em primeira pessoa, que felizmente não recai sobre as mesmas fórmulas já conhecidas. Cores, plantas mutantes e golpes são apenas alguns dos elementos que permeiam a narrativa.
No game você controla Grayson Hunt, um antigo herói do exército — que vivencia os conflitos espaciais do século XXVI —, vítima da crueldade do General Serrano, que o mandou para uma missão traiçoeira. O objetivo dela consistia no assassinato de um inocente. Se recusando a cumpri-la, Grayson comete um ato de traição e logo vira o homem mais procurado do universo.
A melhor parte de tudo isso é que essa história é contada com muita ação. Os desenvolvedores prometem que a intenção não é mostrar um filme, mas sim fazer com que os jogadores atravessem por todas as etapas enquanto jogam. As cenas com animações prontas serão aproveitadas apenas para mostrar um pouco mais do herói e para criar passagens com um grau de ação muito elevado.
Por fim, os jogadores terão em mãos um complexo sistema de combate, que envolve chutes, presilhas e coleiras elétricas (com as quais é possível jogar os oponentes pelos ares), além das criativas armas
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ASSISTA O VIDEO DE BULLETSTORM:


terça-feira, 13 de outubro de 2015

REVIEW: BATMAN ARKHAM ORIGINS

Batman: Arkham Origins é o novo game do Homem-Morcego para PC, Xbox 360 e PS3. O jogo traz novamente o personagem principal em foco, mas desta vez em seu início de carreira. O herói ainda não é tão experiente e não conhece todos os seus inimigos – algo que é um dos temas centrais do título, que decepciona em alguns pontos, mas acaba sendo uma experiência divertida. Confira:
Batman: Arkham Origins também terá uma versão para portáteis (Foto: Divulgação) (Foto: Batman: Arkham Origins também terá uma versão para portáteis (Foto: Divulgação))Batman: Arkham Origins(Foto: Divulgação)
Gotham: o início
Arkham Origins começa na prisão Blackgate, quando uma rebelião toma o lugar e obriga Batman a sair das sombras. Nessa ocasião, algumas pessoas até mesmo duvidam de sua existência e é neste momento que o herói decide botar um ponto final nas dúvidas e deixar claro aos criminosos quem é que manda no pedaço.
Imponente, o herói chega na prisão e lida com alguns figurões, como o Crocodilo. É aqui também que se desenrola o primeiro encontro com James Gordon, que nesta época ainda não era comissário, e sim tenente. O início do game é repleto de ação e vai direto ao ponto, sem deixar espaço para enrolações ou dúvidas.
O prólogo do jogo também deixa claro que Arkham Origins se preocupa menos com a história e mais com a ação. É claro que a história é legal de se acompanhar e repleta de informações divertidas, como reviravoltas na trama e tudo mais, mas nada comparado aos jogos anteriores. Pelo contrário, se distancia bastante.
Porém, não há muito o que se preocupar. Arkham Origins não faz feio ao apresentar seus vilões, que estão atrás da cabeça de Batman, que foi colocada a prêmio pelo criminoso conhecido como Máscara Negra. Este é o mote principal da aventura e é algo que vai dar muito trabalho ao Morcego, até por conta dos problemas secundários pelo caminho.
Batman: Arkham Origins (Foto: Divulgação)Batman: Arkham Origins (Foto: Divulgação)
Jogabilidade: velha conhecida
Arkham Origins se esforça para ser bem parecido com os antecessores em termos de jogabilidade. Ainda é tudo muito bem feito e funcional, com Batman distribuindo socos e chutes ao apertar dos seus botões. O sistema de combos continua funcionando muito bem, ainda que as animações das lutas nos tenham parecido um pouco repetitivas demais – algo que não ocorria em Asylum/City.
Os contra-ataques também estão de volta e continuam sendo um ponto-chave nos combates. Mas, felizmente, o jogo não é feito apenas de embates e também demonstra uma certa personalidade em seus quebra-cabeças simples e solução de mistérios por meio de apetrechos utilizados por Batman, o que inclui até mesmo objetos inéditos.
Batman: Arkham Origins (Foto: Divulgação)Batman: Arkham Origins (Foto: Divulgação)
Uma das funções inéditas do jogo é um modo de investigação bem mais detalhado. Pode parecer fora de contexto, já que não faz muito sentido Batman ter equipamentos melhores em seu início de carreira do que em Asylum/City, mas não dá para exigir muita coerência em jogo de super-herói. De qualquer forma, o modo de investigação é uma das coisa mais legais do jogo, já que te permite reconstruir cenas do crime, lembrando o jogo Remember Me.
Ainda que não seja possível alterar e remodelar a cena do crime, como no game da Capcom, é possível remontar tudo nos seus mínimos detalhes, com direito a visualização de objetos fora de contexto ou elementos que não estavam antes na cena. Tudo é bem feito e divertido de se investigar, um ponto alto em um jogo onde o principal personagem é conhecido por ser um grande detetive.
Batman: Arkham Origins (Foto: Divulgação)Batman: Arkham Origins (Foto: Divulgação)
Desânimo: poucas horas depois
O maior problema de Arkham Origins, porém, é o se desenrolar e também o tempo. Poucas horas depois de iniciada, a aventura começa a ficar chata e “mais do mesmo”, parecendo o mesmo jogo de anteriormente. Apesar das novidades, a produtora não conseguiu mudar muito a “cara” do game, deixando-o como uma cópia em papel de Asylum ou City.
Isso se dá por conta do ambiente, já que boa parte do mapa faz parte do território que mais tarde viria a ser fechado para se tornar Arkham City, incluindo a Wonder Tower. Mas também à outros motivos: a história que só empolga em alguns poucos momentos, as lutas que podem soar cansativas e os bugs, muitos bugs.
Batman: Arkham Origins (Foto: Divulgação)Batman: Arkham Origins (Foto: Divulgação)
Os bugs em Arkham Origins irritam e em alguns casos deixam o game injogável. A Warner já garantiu que vai resolver todos os problemas por meio de atualização, mas até lá nos resta sentar e aguardar – e sofrer com os problemas. Eles vão desde lentidão repentina em algumas partes do jogo, mesmo em consoles, ou até mesmo falhas gráficas, de colisão, de mira e por aí vai.
Vale lembrar que, como inovação, o jogo agora possui um modo multiplayer, mas ele não chega a ser tão interessante quanto parece. Ele funciona em modos de times e os jogadores se dividem em grupos de criminosos, enquanto outros dois comandam Batman e Robin na luta contra o crime. É divertido por alguns minutos, mas vai cansar logo, já que não é tão bem pensado assim.
Batman e Robin no multiplayer de Arkham Origins (Foto: Reprodução) (Foto: Batman e Robin no multiplayer de Arkham Origins (Foto: Reprodução))Batman e Robin no multiplayer de Arkham Origins (Foto: Reprodução)
O game nunca foi tão bonito
Sobre gráfico, Arkham Origins dá um show. O jogo é realmente bonito, tirando tudo o que pode dos consoles da atual geração, mais bonito do que os anteriores. Os efeitos de luz, a modelagem dos cenários, inimigos e demais personagens, tudo está muito bem feito e produzido, deixando o jogo agradável visualmente.
Além de ambientes grandes, o jogo também dá um show de efeitos, com luzes, sombras, tudo muito bem colocado conforme o jogador vai avançando pelos cenários. A parte sonora também agrada, com uma boa trilha sonora e direito a dublagem em português para quem não consegue entender o idioma original.
Batman: Arkham Origins (Foto: Divulgação)Batman: Arkham Origins (Foto: Divulgação)
Conclusão
Batman: Arkham Origins está longe de ser tão bom quanto Asylum ou City, mas ainda assim é um jogo divertido. O game tem seus altos e baixos, mas durante muito tempo pode se tornar chato e repetitivo, sem o mesmo charme dos anteriores. Ao menos é bem bonito e algumas novidades devem agradar, apesar da história um pouco “mais do mesmo”.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

TOM CLANCY´S : THE DIVISION


Descrição

Vivemos em um mundo complexo. Quanto mais ele evolui, mais vulnerável fica. Nós criamos um castelo de cartas: retire uma sequer e tudo desmorona.
Sexta-feira Negra: uma pandemia devastadora assola Nova York e, um a um, os serviços básicos deixam de funcionar. Em poucos dias, sem comida nem água, a sociedade entra em colapso. The Division, uma unidade autônoma de agentes táticos é ativada. Levando uma vida aparentemente normal entre nós, os agentes da The Division são treinados para agir de forma independente para proteger a sociedade.
Enquanto a sociedade declina, nós nos erguemos.

RECUPERE NOVA YORK

Bem-vindo a uma experiência da nova geração em um ambiente de mundo aberto contínuo e dinâmico criado inteiramente para o jogo cooperativo, onde a exploração e a evolução do jogador são essenciais. Aliando-se a outros agentes da Division, sua missão é restaurar a ordem, investigar a origem do vírus e recuperar Nova York.

UM MUNDO REALMENTE VIVO

Entre em um universo onde o momento do dia e as condições climáticas afetam sua experiência de jogo. Use o ambiente como vantagem estratégica para dominar os combates e emboscar seus inimigos. Utilize sua máscara antigás para se proteger do vírus e aprimore-a para acessar as áreas mais contaminadas.

SELVA URBANA

Nova York está sendo invadida por grupos hostis tentando se aproveitar da crise. Cuidado com grupos de bandidos que andam pela cidade se aproveitando dos mais fracos. Enfrente os Cleaners, que vestem trajes contra materiais perigosos e empunham lança-chamas, empenhados em eliminar o vírus de Nova York, queimando tudo e todos. Lute contra os Rikers, uma gangue de presidiários que escapou de Rikers Island após a tragédia e que está saqueando a cidade e disputando seu controle.

EQUIPE-SE E PERSONALIZE SEU AGENTE

Como integrante da The Division, você irá utilizar tecnologia de ponta, com protótipos e dispositivos em rede. Personalize seu personagem e sua mochila, sua tábua de salvação em meio à crise de Nova York. Comunique-se com outros agentes a todo momento com seu smartwatch. Apodere-se dos itens de inimigos derrotados, personalize e aprimore suas armas, equipamentos e habilidades.

TECNOLOGIA DE PONTA

Escolha e aprimore suas habilidades e estabeleça sinergia com seus companheiros de equipe para aumentar suas chances de vitória em combate. Alterne entre habilidades como a mina teleguiada, que encontra o inimigo e explode, a torre que cria distrações eficientes e de alta octanagem, ou o pulso elétrico, que fornece uma leitura tática do ambiente. Utilize a tecnologia ECHO, uma ferramenta de coleta de dados que fornece informações valiosas por meio de instantâneos sobre o ambiente ao seu redor, mostra itens escondidos e ajuda a revelar a verdade por trás da pandemia.

MULTIJOGADOR SEM INTERRUPÇÕES: A DARK ZONE

Entre na Dark Zone, uma área de quarentena isolada no meio de Manhattan onde os itens mais valiosos foram deixados para trás depois da evacuação dos militares. Também é a região mais perigosa do jogo, onde a tensão, a traição e o medo são intensos. Alie-se a outros jogadores para derrotar seus inimigos e se apoderar de itens lendários com um helicóptero. A escolha é sua: colaborar com outros agentes ou atacá-los e roubar seus itens.

TECNOLOGIA SNOWDROP™

Com o mecanismo de interface Snowdrop, criado inteiramente para a nova geração, Tom Clancy’s The Division™ leva o nível de realismo e representação de mundo aberto em videogames a um novo patamar. Vivencie uma Nova York caótica e devastada como nunca vista.